Uma empresa precisa constantemente adotar medidas que ofereçam segurança aos colaboradores. Para isso, é essencial contar com um planejamento e entender quais são os principais riscos aos quais os funcionários estão submetidos. Na indústria química, por exemplo, substâncias ou produtos que afetam o organismo do profissional merecem a atenção dos gestores para que eles tracem soluções com o objetivo de amenizar ou mesmo evitar alguns perigos.

Pensando nisso, elaboramos este post para que você compreenda quais são os principais riscos existentes na indústria química. Além disso, entenderá de maneira mais clara quais são as ações a serem adotadas. Boa leitura!

Como fazer um mapeamento de riscos?

Inicialmente, é preciso entender sobre a importância do mapeamento de riscos e como ele pode contribuir para identificar os gargalos da empresa no que diz respeito à segurança do colaborador. Considerada uma exigência nos países que contam com a presença da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), essa análise é feita de acordo com as características de cada setor e empresa.

Em uma organização que exige do profissional a presença em espaços confinados, por exemplo, é preciso estabelecer quais são as principais medidas que garantem a integridade do colaborador naquele local. 

Para que esse mapeamento seja feito de forma eficiente, é necessário conhecer o ambiente analisado, identificar os riscos presentes ali, adotar medidas preventivas e identificar quais são as principais queixas do funcionário. Assim, é possível traçar as estratégias cabíveis que garantirão a segurança dos profissionais, resguardando os colaboradores e a própria empresa de riscos trabalhistas. 

Quais são os principais riscos na indústria química? 

Agora que você já entende como mapear os riscos, chegou a hora de ficar por dentro de quais são os principais perigos na indústria química. Confira!

1. Acondicionamento inadequado de materiais

O acondicionamento inadequado de materiais pode trazer consequências negativas aos colaboradores. Entre elas, o fato de acontecer algum tipo de acidente em que o funcionário terá contato direto com aquele produto, ocasionando a aspiração de gases tóxicos, o que causa graves irritações e gera diversas reações a seu organismo. 

Os efeitos mais brandos ao ter contato com determinadas substâncias — como ácido clorídrico ou sulfúrico — são náuseas, dores de cabeça e indisposição. No entanto, gases como o butano, aldeídos e acetona podem ocasionar danos a longo prazo que afetam os órgãos dos indivíduos, provocando doenças, como o câncer.

Dessa forma, é preciso que os materiais estejam resguardados devidamente, além de terem etiquetas com o nome e composição. Também é preciso que exista algum tipo de comunicado exposto caso o material ofereça riscos maiores, para que o colaborador esteja ciente de que aquele produto exige cuidados. 

2. Ausência de treinamento para os colaboradores

Oferecer treinamentos aos colaboradores é essencial para que a equipe esteja por dentro das principais medidas a serem tomadas para que a sua integridade física esteja resguardada. Para dar esse tipo de treinamento, a empresa pode contar com profissionais da área ou com os próprios colaboradores que já tenham mais prática e que compartilharão suas experiências com os outros profissionais. 

Assim, é preciso explicar sobre todos os procedimentos antes, durante e depois de atuar em um ambiente que ofereça riscos para a segurança. Também é preciso que haja um estudo sobre os principais temas de abordagem, baseados justamente nas queixas dos profissionais, identificadas na fase de mapeamento. 

Além de promover o bem-estar dos colaboradores, o treinamento em segurança do trabalho tem como consequência a redução de custos para a organização, a maior produtividade e a melhor capacitação para o quadro de funcionários. 

3. Mau uso ou ausência de EPIs

Os Equipamentos de Proteção Individual, também conhecidos como EPIs, incluem diversos itens, como:

  • óculos de proteção;
  • máscaras;
  • luvas;
  • capacetes;
  • sapatos de proteção.

Na indústria química, ao identificar os principais riscos para o funcionário, é preciso entender quais equipamentos vão resguardar sua integridade. Por lei, é de obrigação da empresa oferecer e manter a conservação dos EPIs para os profissionais, além de atender qualquer situação de emergência que surja. 

Como a sua principal funcionalidade é garantir a segurança, o mau uso ou a ausência dos EPIs é considerado um outro risco existente nesse tipo de indústria. É essencial que os funcionários sejam instruídos sobre a utilização e a manuseamento dos itens. Também devem identificar quando existir a necessidade de troca

Além disso, é importante que novos colaboradores passem por esse treinamento, ofertado especialmente por aqueles que já têm experiência na indústria. É preciso que orientem também sobre o uso específico dos itens para cada finalidade, o que contribui para a eficiência e a durabilidade do EPI. 

4. Vazamentos, falhas de transporte ou acidentes

Os produtos químicos podem ser encontrados em diversos estados, como líquido, sólido ou gasoso. Mais especificamente no primeiro e no último, caso ocorram vazamentos que entrem em contato direto com os profissionais, é preciso tomar atitudes emergenciais para evitar danos maiores aos funcionários. 

Conforme abordado, aqueles produtos que utilizam algum tipo de solvente ou conservantes devem estar em locais adequados. Para isso, é preciso que os gestores façam a manutenção constante de sua estrutura. O ideal é que tenham planejamento e um cronograma preestabelecido para identificar possíveis gargalos e evitar essas falhas, garantindo que os materiais estejam devidamente armazenados.

Indústrias que exigem dos funcionários transportes de produtos merecem uma atenção maior, uma vez que essa logística deve ser muito bem organizada. Mais uma vez, a capacitação dos profissionais envolvidos é a principal medida para evitar qualquer tipo de acidente. 

Na indústria química, a exposição a produtos, como os citados, é considerada um dos riscos mais comuns. Para isso, é preciso que haja um estudo sobre quais são as substâncias perigosas, a fim de que as medidas necessárias sejam tomadas e que qualquer tipo de dano ao colaborador seja evitado. Essa atitude resguarda também a empresa, pois problemas judiciais envolvendo acidentes e a saúde do funcionário são frequentes.

Conforme abordado, o uso dos EPIs é uma das medidas essenciais que contribuem para a segurança do funcionário. Nesse contexto, contar com um fornecedor que tenha os melhores materiais é ideal para que os gestores garantam a integridade do seu quadro de funcionários. Caso tenha ficado interessado, entre em contato com a gente e converse com os nossos profissionais! 

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