Muitos fatores contribuem para os bons resultados de um negócio. Entre eles, a produtividade dos colaboradores e o bom clima organizacional. Para garantir isso, é essencial que uma organização priorize a segurança de seus funcionários, oferecendo os equipamentos necessários e trabalhando em campanhas de conscientização. 

Nesse contexto, é preciso colocar à disposição do trabalhador Equipamentos de Proteção Individual, além de ter a certeza de que eles estão em bom estado para serem utilizados. Dessa forma, a substituição de EPI de tempos em tempos precisa ser considerada e analisada de maneira cuidadosa pelos gestores.

Pensando nisso, elaboramos este artigo para que você entenda a importância desses equipamentos, assim como possa saber sobre a periodicidade adequada para realizar essa substituição. Boa leitura! 

Entenda a importância do EPI

Os Equipamentos de Proteção Individual, também conhecidos como EPI’s, são todos aqueles itens elaborados justamente para protegerem o colaborador em relação a determinado tipo de acidente no trabalho. Para os profissionais que trabalham em locais mais altos, por exemplo, a empresa deve oferecer sapatos não escorregadios, capacetes e óculos. 

Sendo assim, é essencial que o negócio mapeie todos os seus riscos, faça relatórios e entenda quais são os itens necessários para seus funcionários. Assim, garante a proteção dos trabalhadores, além de diminuir as chances de a empresa ser submetida a algum processo trabalhista.

Conforme abordado, não basta apenas oferecer o EPI e esquecer da importância que eles exercem no dia a dia. É preciso trabalhar em campanhas para que os colaboradores entendam como utilizá-los corretamente, além de estar atento à periodicidade de substituição de EPI.

Saiba mais sobre a periodicidade de substituição de EPI

Inicialmente, é necessário avaliar alguns fatores importantes que podem influenciar na periodicidade de substituição de EPI. Entre eles, as condições ambientais nas quais são utilizados. Os equipamentos de funcionários que estão em locais muito úmidos, por exemplo, exigem uma atenção maior. 

Além disso, é preciso que a equipe entenda quais são os agentes químicos que estão diretamente em contato com os itens, assim como a maneira que os EPI’s são utilizados e qual é o local de armazenamento. A partir de toda essa análise, é possível entender de forma mais precisa sobre a substituição, avaliando cada equipamento de maneira individual. Confira, a seguir, sobre a periodicidade de substituição para cada tipo de EPI. 

Capacetes

Para a proteção da cabeça e da face, usam-se os capacetes. Eles são essenciais para situações em que o colaborador é atingido por algum material em sua rotina de trabalho ou até mesmo para possíveis quedas. As suas cores variam de acordo com a função exercida pelo funcionário, podendo ser azul (pedreiro de obras), vermelho (bombeiros), laranja (eletricistas), entre outros. 

Há, ainda, os diferentes tipos de capacetes. Existem aqueles com aba frontal ou total, cuja função é justamente proteger a cabeça do funcionário em relação às colisões vindas de materiais daquele mesmo espaço, além de garantir a integridade nos ambientes em que há a exposição a maior calor  evitando queimaduras. 

Além disso, é possível encontrar os equipamentos com o acréscimo da viseira, que tende a proteger, além da cabeça, o rosto do funcionário.

Esses equipamentos de proteção individual, para garantir a constante eficiência, pedem uma troca em até 18 meses. Depois desse período, o capacete pode não proteger o colaborador conforme o necessário. 

Óculos

Para proteger um dos órgãos mais expostos a fatores de periculosidade das empresas, é necessário fornecer óculos aos trabalhadores. Da mesma forma que o capacete, há vários tipos para diferentes situações, exigindo da organização uma análise de riscos para identificar o mais adequado em cada caso. 

No entanto, todos os equipamentos desse estilo têm como função impedir que o impacto de outros objetos, as quedas ou os locais que eliminam muitas partículas possam comprometer os olhos do funcionário. 

Indicado especialmente para os profissionais que trabalham com materiais biológicos, solda, vidro ou madeira, esse EPI exige uma troca a cada 12 meses. Além disso, é essencial que a empresa oriente quanto a seu uso adequado, para que não fique muito largo no rosto do colaborador, diminuindo a eficácia da proteção. 

Protetores auriculares

Para os trabalhadores que estão em locais com muito ruído, é fundamental que a organização ofereça protetores auriculares para o seu dia a dia. Sendo assim, é obrigatório o uso para ambientes que ultrapassem os 85 decibéis. No entanto, se esse índice passar de 50, já é recomendável que a utilização desse EPI, para não comprometer a saúde auditiva do funcionário. 

Entre os modelos mais comuns, podemos destacar o plug e a concha. Ambos exigem do funcionário atenção no que diz respeito à higienização adequada. Dessa forma, a empresa deve fornecer as informações necessárias para que essa atividade seja feita da maneira correta. 

Colaboradores cujos ambientes de trabalho são de ruídos extremos, que trabalham com furadeiras e outras máquinas parecidas, precisam utilizá-lo. Em relação aos plugs, a troca precisa ser com muito mais frequência do que os outros tipos de EPI’s: é recomendável que a cada 1 mês a empresa ofereça novos equipamentos. Já em relação à concha, é possível fazer essa troca a cada 8 meses. 

Sapato de segurança

Os sapatos de segurança têm diversas finalidades para o colaborador de uma empresa. Protegem o funcionário contra quedas em ambientes muito úmidos, evitam o desequilíbrio em locais mais altos, além de garantirem a segurança dos pés em locais quentes ou com materiais que possam perfurar sapatos comuns. 

Ao avaliar a necessidade de oferecer esse EPI aos seus trabalhadores, a empresa precisa estar por dentro da periodicidade de troca. O ideal é que seja substituído a cada 9 meses, desde que manuseado e conservado adequadamente. Novamente, ressaltamos a importância de orientar corretamente os funcionários para a higienização e o armazenamento dos EPI’s. Essa atitude, além de garantir a segurança do trabalhador, contribui para a durabilidade do equipamento.

Neste conteúdo, você teve acesso a algumas dicas sobre a periodicidade de substituição de EPI. Ao entender sobre esse período, sua organização vai garantir que os equipamentos estejam em perfeito estado, oferecendo a comodidade necessária aos colaboradores, além de garantir sua integridade física.

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